Promoção Show de Descontos
Incentive arte, acumule pontos e ganhe descontos!
Regulamento:
1 - Ao vender ingressos para o "Musicarte Show - Música e eu" o aluno acumula pontos que serão revertidos em descontos no valor da rematrícula. Os descontos podem chegar até 50% (consulte a tabela de valores);
2 - A rematrícula deverá ser efetuada até o dia 23/12/2011. Os pontos restantes após feita a rematrícula serão acumulados para promoções futuras no exercício 2012*. Não efetuar a rematrícula até a data prevista acarretará na perda de todos os pontos;
3 - O valor da matrícula considerado como base para os descontos será o valor promocional convencional com 15% de desconto já inclusos.
4 - Tabela de Valores
- Valores válidos para o Musicarte Show 2011.
* As promoções do exercício 2012 serão regidas por normas e valores específicos para cada promoção.
A Musicarte - Escola de Música oferece os mais variados cursos de música! Agende uma aula GRÁTIS para conhecer nossas instalações e metodologia! Ligue 47 3329-2035
22 de Novembro - Dia do Músico
Feliz dia do músico!
Hoje é dia de Santa Cecília, padroeira dos músicos, por isso hoje também é comemorado o dia do músico. O músico pode ser arranjador, intérprete, regente e compositor. Há quem diga que os músicos devem ter talento nato para isso, mas existem cursos superiores na área e pessoas que estudam música a vida toda.
O músico pode trabalhar com música popular ou erudita, em atividades culturais e recreativas, em pesquisa e desenvolvimento, na edição, impressão e reprodução de gravações. A grande maioria dos profissionais trabalha por contra própria, mas existem os que trabalham no ensino e os que são vinculados a corpos musicais estaduais ou municipais.
A santa dos músicos - Santa Cecília viveu em Roma, no século III, e participava diariamente da missa celebrada pelo papa Urbano, nas catacumbas da via Ápia. Ela decidiu viver casta, mas seu pai obrigou-a a casar com Valeriano. Ela contou ao seu marido sua condição de virgem consagrada a Deus e conseguiu convence-lo. Segundo a tradição, Cecília teria cantado para ele a beleza da castidade e ele acabou decidindo respeitar o voto da esposa. Além disso, Valeriano converteu-se ao catolicismo.
Mito grego - Na época dos gregos, dizia-se que depois da morte dos Titãs, filhos de Urano, os deuses do Olimpo pediram que Zeus criasse divindades capazes de cantar as vitórias dos deuses do Olimpo. Então, Zeus se deitou com Mnemosina, a deusa da memória, durante nove noites consecutivas. Nasceram dessas noites as nove Musas. Dessas nove, a musa da música era Euterpe, que fazia parte do cortejo de Apolo, deus da Música.
fonte: http://forum.cifraclub.com.br/forum/2/116422/
Quantas histórias sobre a musica vocês já ouviram em suas vidas?!
Eu já ouvi muitas, e gostei de muitas. Foram historias em livros como em “Retalhos de vida” que descreve a historia do Diácono Nelsinho Correia, missionário consagrado a Canção Nova, e como em “Eu acredito em milagres” onde o Gabriel Chalita descreve a historia do fundador da Canção Nova o Mosenhor Jonas Abib, ou como a historia de Casuza no filme que retrata sua vida, ou na historia do menino negro que ganhou o mundo com seu canto, e perdeu a luta contra a doença, o Michael Jackson..
Quantas histórias encontramos. São histórias que marcaram a vida de cada um, e de muita gente, da forma que viveu, mas são historias que terminaram e outras que continuam, musicas usada para salvar almas e musicas usada para tentar salvar a si mesmo, salvar suas perdas em suas historias.
E você? Profissional ou não qual a sua relação com a música?
Todos temos histórias interessantes e curiosas que envolvem música. Conte-nos a sua!
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Pesquisa comprova que a importância da música na vida das pessoas está a aumentar
Texto retirado de um blog português que retrata o atual crescimento do interesse musical no ser-humano.
Apesar de serem muitas vezes incompletos, pouco rigorosos e nada imparciais, os estudos de mercado podem quando bem realizados fornecer um manancial de informação relevante para a tomada de decisões, tomando o cuidado de levar em linha de conta as devidas diferenças entre os contextos nacionais.
Recentemente, foram divulgados dois estudos sobre os hábitos dos consumidores de música que têm o mérito de quantificar com dados empíricos aquilo que eu e muitas outras pessoas acreditavam: não só o interesse das pessoas em geral pela música tem vindo a aumentar mas também a percentagem de adolescentes que dedica mais atenção a esta actividade no seu quotidiano é também cada vez maior.
Um deles foi encomendado pela editora britânica Bauer Media, responsável por revistas como FHM, Kerrang, Q e Mojo, e segundo a Music Week indica que 44 por cento dos inquiridos consumiram mais música este ano do que no ano passado, tendo 75 por cento se identificado como melómanos ou amantes de música. O mais significativo é que a música foi o tipo de interesse mais popular de entre todos os dados à escolha: 46 por cento dos inquiridos disseram que era um dos seus interesses favoritos.
Um dado que indica – ainda que implicitamente – que os fãs de música não estão “nem aí” para o facto das músicas das suas bandas preferidas poderem ser usadas para fins publicitários ou promocionais de empresas comerciais é que 69 por cento dos fãs mais acérrimos de música concordaram que as marcas constituem novas fontes de receitas para a indústria da música. A questão que aqui fazia falta era saber se eles concordavam ou nãoque uma banda recorresse a esse tipo de fonte de receita adicional.
Do outro lado do Atlântico, a Consumer Electronic Association (CEA) também divulgou na semana passada os resultados de uma pesquisa baseada numa amostra de adolescentes norte-americanos segundo os quais a música constitui a actividade mais popular entre os jovens. Se não há nada a contestar neste dado, a ausência de qualquer referência directa ao P2P e aos downloads ilegais na questão sobre quais as formas que eles utilizam para aceder à música é, no mínimo, muito estranha:
Fonte: http://www.remixtures.com/2008/11/pesquisa-comprova-que-a-importancia-da-musica-na-vida-das-pessoas-esta-a-aumentar/ by Miguel Caetano
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Apesar de serem muitas vezes incompletos, pouco rigorosos e nada imparciais, os estudos de mercado podem quando bem realizados fornecer um manancial de informação relevante para a tomada de decisões, tomando o cuidado de levar em linha de conta as devidas diferenças entre os contextos nacionais.
Recentemente, foram divulgados dois estudos sobre os hábitos dos consumidores de música que têm o mérito de quantificar com dados empíricos aquilo que eu e muitas outras pessoas acreditavam: não só o interesse das pessoas em geral pela música tem vindo a aumentar mas também a percentagem de adolescentes que dedica mais atenção a esta actividade no seu quotidiano é também cada vez maior.
Um deles foi encomendado pela editora britânica Bauer Media, responsável por revistas como FHM, Kerrang, Q e Mojo, e segundo a Music Week indica que 44 por cento dos inquiridos consumiram mais música este ano do que no ano passado, tendo 75 por cento se identificado como melómanos ou amantes de música. O mais significativo é que a música foi o tipo de interesse mais popular de entre todos os dados à escolha: 46 por cento dos inquiridos disseram que era um dos seus interesses favoritos.
Um dado que indica – ainda que implicitamente – que os fãs de música não estão “nem aí” para o facto das músicas das suas bandas preferidas poderem ser usadas para fins publicitários ou promocionais de empresas comerciais é que 69 por cento dos fãs mais acérrimos de música concordaram que as marcas constituem novas fontes de receitas para a indústria da música. A questão que aqui fazia falta era saber se eles concordavam ou nãoque uma banda recorresse a esse tipo de fonte de receita adicional.
Do outro lado do Atlântico, a Consumer Electronic Association (CEA) também divulgou na semana passada os resultados de uma pesquisa baseada numa amostra de adolescentes norte-americanos segundo os quais a música constitui a actividade mais popular entre os jovens. Se não há nada a contestar neste dado, a ausência de qualquer referência directa ao P2P e aos downloads ilegais na questão sobre quais as formas que eles utilizam para aceder à música é, no mínimo, muito estranha:
- 58 por cento disseram que costumam comprar a música que ouvem;
- 56 por cento pedem-na emprestada;
- 52 por cento recebem CDs de presente;
- 51 por cento compram-na em lojas online. Esta última categoria registou um aumento de dez por cento em comparação com 2006;
- 47 por cento obtêm-na a partir de fontes online como o YouTube – será que é aqui que se incluem o P2P e os downloads ilegais em geral?
Fonte: http://www.remixtures.com/2008/11/pesquisa-comprova-que-a-importancia-da-musica-na-vida-das-pessoas-esta-a-aumentar/ by Miguel Caetano
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